<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Htec</title>
	<atom:link href="https://htec.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://htec.com.br</link>
	<description>Consultoria, Informática e Telecomunicações</description>
	<lastBuildDate>Tue, 09 Jun 2026 13:46:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Relatório global mostra que pertencimento comunitário fortalece cultura de doação</title>
		<link>https://htec.com.br/terceiro-setor/relatorio-global-mostra-que-pertencimento-comunitario-fortalece-cultura-de-doacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[htec_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:41:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Terceiro Setor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://htec.com.br/?p=2950</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um levantamento global sobre solidariedade revelou que o sentimento de pertencimento à comunidade e a confiança nas organizações estão entre os principais fatores que estimulam as<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/relatorio-global-mostra-que-pertencimento-comunitario-fortalece-cultura-de-doacao/">Relatório global mostra que pertencimento comunitário fortalece cultura de doação</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento global sobre solidariedade revelou que o sentimento de pertencimento à comunidade e a confiança nas organizações estão entre os principais fatores que estimulam as doações. O <strong><em><a href="https://www.idis.org.br/publicacoesidis/38118/">World Giving Report 2026</a></em></strong>, elaborado pela Charities Aid Foundation (CAF) e representado no Brasil pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis), ouviu mais de 60 mil pessoas em 105 países para analisar os hábitos de doação ao redor do mundo.</p>
<p>Segundo a pesquisa, 61% da população mundial realizou algum tipo de contribuição no último ano, seja para organizações da sociedade civil, causas religiosas ou apoio direto a pessoas em situação de vulnerabilidade. Em média, os entrevistados destinaram 1% da renda a essas iniciativas. No Brasil, o percentual foi de 0,9%, enquanto a participação de doadores caiu de 62% para 59% em 2025. Apesar disso, as doações para organizações da sociedade civil permaneceram estáveis, alcançando 28% da população, e 19% dos brasileiros atuaram como voluntários.</p>
<p>O estudo mostra ainda que o apoio às comunidades locais tem ganhado força. No Brasil, o número de pessoas que afirmam doar para fortalecer sua comunidade passou de 25% para 32%, enquanto aqueles que consideram a doação um dever coletivo cresceram de 39% para 48%, índice superior às médias global e sul-americana.</p>
<p>Transparência e demonstração de impacto também aparecem como fatores decisivos para ampliar a cultura de doação. Globalmente, 63% dos entrevistados afirmaram que mais clareza na gestão das organizações aumentaria sua disposição para contribuir. Entre os brasileiros, 27% disseram ter sido influenciados pela cobertura da mídia na decisão de doar.</p>
<p>“Esses movimentos apontam para um doador mais consciente, que entende seu papel na construção de soluções coletivas, e por isso também mais exigente. Transparência quanto ao uso dos recursos e clareza sobre o impacto gerado surgem como condições essenciais para o aumento das doações. O fortalecimento da confiança será decisivo para transformar a intenção em ação e consolidar uma cultura de doação mais robusta no Brasil.” afirma Paula Fabiani, CEO do Idis.</p>
<p><em>Fonte: Idis</em><br />
<em>Foto: Magnific</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/relatorio-global-mostra-que-pertencimento-comunitario-fortalece-cultura-de-doacao/">Relatório global mostra que pertencimento comunitário fortalece cultura de doação</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Senado aprova projeto que restabelece isenção total de IPI para pessoas com deficiência</title>
		<link>https://htec.com.br/terceiro-setor/senado-aprova-projeto-que-restabelece-isencao-total-de-ipi-para-pessoas-com-deficiencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[htec_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 13:38:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Terceiro Setor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://htec.com.br/?p=2952</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Senado Federal aprovou no dia 27 de maio o Projeto de Lei Complementar 11/2026, de autoria do senador Flávio Arns, que restabelece a isenção total do<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/senado-aprova-projeto-que-restabelece-isencao-total-de-ipi-para-pessoas-com-deficiencia/">Senado aprova projeto que restabelece isenção total de IPI para pessoas com deficiência</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado Federal aprovou no dia 27 de maio o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/172550">Projeto de Lei Complementar 11/2026</a>, de autoria do senador Flávio Arns, que restabelece a isenção total do IPI na compra de veículos por pessoas com deficiência. A proposta corrige os efeitos de uma medida adotada pelo governo federal no fim de 2025, que reduziu em 10% diversos benefícios tributários e acabou afetando o direito garantido pela Lei Federal 8.989/1995, válida até 31 de dezembro de 2026.</p>
<p>Durante a tramitação, a senadora Damares Alves apresentou uma emenda para excluir os benefícios destinados às pessoas com deficiência da redução linear prevista na Lei Complementar 224/2025. Segundo a parlamentar, a isenção possui caráter social, inclusivo e compensatório, sendo essencial para garantir mobilidade, autonomia e redução das desigualdades. O texto também recebeu parecer favorável da relatora, a senadora Dorinha Seabra.</p>
<p>No relatório aprovado, Dorinha destacou que a redução do benefício gerou impactos imediatos no mercado, incluindo o aumento específico dos preços dos veículos destinados às pessoas com deficiência anunciado por montadoras. A relatora afirmou ainda que a medida era incompatível com recentes avanços aprovados no âmbito da reforma tributária, que ampliaram e modernizaram esse tipo de incentivo fiscal.</p>
<p>O projeto foi aprovado por unanimidade, com 69 votos favoráveis no Plenário do Senado. A proposta seguiu para análise na Câmara dos Deputados. Caso o texto seja mantido sem alterações, seguirá para sanção ou veto presidencial. Se houver mudanças, retornará ao Senado Federal para nova apreciação.</p>
<p><em>Fonte: Senado Federal<br />
Foto: Itsnaeem / Magnific</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/senado-aprova-projeto-que-restabelece-isencao-total-de-ipi-para-pessoas-com-deficiencia/">Senado aprova projeto que restabelece isenção total de IPI para pessoas com deficiência</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Periferias e favelas recebem nova oportunidade de apoio financeiro para projetos sociais</title>
		<link>https://htec.com.br/terceiro-setor/periferias-e-favelas-recebem-nova-oportunidade-de-apoio-financeiro-para-projetos-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[htec_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 13:41:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Terceiro Setor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://htec.com.br/?p=2951</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Fundo SAAP está com inscrições abertas para o edital Agitando Pensamentos 2026, que vai investir R$ 180 mil no fortalecimento de iniciativas desenvolvidas em periferias,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/periferias-e-favelas-recebem-nova-oportunidade-de-apoio-financeiro-para-projetos-sociais/">Periferias e favelas recebem nova oportunidade de apoio financeiro para projetos sociais</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Fundo SAAP está com inscrições abertas para o edital Agitando Pensamentos 2026, que vai investir R$ 180 mil no fortalecimento de iniciativas desenvolvidas em periferias, favelas urbanas e áreas periurbanas. A chamada prevê apoio de até R$ 12 mil por projeto, com execução de até seis meses, buscando ampliar as oportunidades de financiamento para grupos que atuam diretamente nos territórios.</p>
<p>O edital é voltado a coletivos, grupos e organizações formais ou informais com pelo menos um ano de atuação e orçamento anual de até R$ 150 mil. A iniciativa prioriza ações lideradas por mulheres, pessoas negras, juventudes, população LGBTQIAPN+, indígenas em contextos urbanos e projetos voltados ao enfrentamento da violência do Estado.</p>
<p>As inscrições podem ser realizadas até 8 de junho, exclusivamente pelo e-mail <a href="mailto:edital@fase.org.br">edital@fase.org.br</a>, e o resultado será divulgado em 30 de junho no site da <a href="http://fase.org.br/pt/acervo/documentos/edital-agitando-pensamentos-2026-roteiro">FASE</a>.</p>
<p><em>Fonte: Fase<br />
Imagem: celsopupo / Magnific</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/periferias-e-favelas-recebem-nova-oportunidade-de-apoio-financeiro-para-projetos-sociais/">Periferias e favelas recebem nova oportunidade de apoio financeiro para projetos sociais</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cuidar de quem cuida: práticas para fortalecer o bem-estar nas equipes do Terceiro Setor</title>
		<link>https://htec.com.br/terceiro-setor/cuidar-de-quem-cuida-praticas-para-fortalecer-o-bem-estar-nas-equipes-do-terceiro-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[htec_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 13:43:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Terceiro Setor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://htec.com.br/?p=2959</guid>

					<description><![CDATA[<p>Toda organização da sociedade civil nasce de um propósito. É a força da causa que mobiliza recursos, articula parcerias e conecta pessoas em torno de uma<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/cuidar-de-quem-cuida-praticas-para-fortalecer-o-bem-estar-nas-equipes-do-terceiro-setor/">Cuidar de quem cuida: práticas para fortalecer o bem-estar nas equipes do Terceiro Setor</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Toda organização da sociedade civil nasce de um propósito. É a força da causa que mobiliza recursos, articula parcerias e conecta pessoas em torno de uma transformação desejada. Mas há um elemento que sustenta, de fato, essa engrenagem: as equipes. São elas que traduzem a missão em projetos, relatórios, atendimentos, articulações e resultados concretos. Por isso, gestores atentos sabem que investir no bem-estar físico e emocional dos colaboradores é uma iniciativa humanizada, portanto, uma decisão estratégica.</p>
<p>Criar um ambiente de trabalho saudável é um processo contínuo, feito de escolhas cotidianas. Pequenas ações, quando estruturadas com intencionalidade, produzem impactos duradouros na motivação, no engajamento e na qualidade das entregas.</p>
<p>Algumas práticas podem ser incorporadas à rotina das OSCs como parte de uma gestão moderna, responsável e alinhada à sustentabilidade institucional.</p>
<p><b>Institua pausas ativas como parte da cultura organizacional</b></p>
<p>O ritmo intenso das organizações exige foco e dedicação. Justamente por isso, intervalos estruturados ao longo do dia são aliados da produtividade. As chamadas pausas ativas, isto é, momentos breves para alongamento, respiração guiada ou movimentos leves, ajudam a renovar a energia física e mental.</p>
<p>Esses intervalos podem ser organizados de forma simples: cinco ou dez minutos em horários combinados, conduzidos por alguém da própria equipe ou por um profissional parceiro. Além de contribuírem para a saúde física, essas pausas favorecem a integração entre colegas e criam um ambiente mais leve e colaborativo. Ao institucionalizar a prática, a organização sinaliza que valoriza o equilíbrio e reconhece a importância do cuidado cotidiano.</p>
<p><b>Ofereça apoio psicológico e espaços de diálogo</b></p>
<p>Promover o bem-estar emocional passa por garantir que os colaboradores tenham acesso a suporte qualificado. Parcerias com psicólogos, convênios com universidades ou a oferta periódica de atendimentos individuais são alternativas viáveis, mesmo para instituições de menor porte. Nesse contexto, a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-01), obrigatória a partir de 26 de maio de 2026 para todas as empresas brasileiras com trabalhadores contratados pelo regime da CLT, reforça a importância da prevenção de riscos ocupacionais, incluindo fatores relacionados à saúde mental no ambiente de trabalho. A norma estabelece diretrizes de Saúde e Segurança no Trabalho (SST) que incentivam práticas voltadas à proteção da integridade física e emocional dos colaboradores.</p>
<p>Outra iniciativa relevante é a criação de espaços coletivos de diálogo, como rodas de conversa ou encontros temáticos mediados por profissionais especializados. Esses momentos fortalecem vínculos, estimulam a empatia e ampliam a capacidade de cooperação. Quando a organização investe em escuta estruturada, reforça a cultura de confiança e transparência, além de contribuir para o cumprimento das exigências previstas Na NR-01 relacionadas ao gerenciamento de riscos e à promoção de ambientes laborais mais seguros e saudáveis.</p>
<p><b>Desenvolva lideranças com escuta qualificada</b></p>
<p>O cuidado começa pela forma como se lidera. Gestores que praticam escuta qualificada, ou seja, aquela que acolhe, compreende e busca soluções conjuntas, constroem equipes mais seguras e engajadas.</p>
<p>Reuniões individuais periódicas, <i>feedbacks</i> consistentes e avaliações de clima organizacional são ferramentas importantes. O diferencial está na postura: ouvir com atenção, reconhecer contribuições e considerar sugestões como parte do aprimoramento institucional. Lideranças que cultivam diálogo fortalecem o senso de pertencimento e estimulam a participação ativa.</p>
<p><b>Estabeleça limites saudáveis de jornada e comunicação</b></p>
<p>Organizações comprometidas com resultados sustentáveis compreendem que o tempo é um recurso estratégico. Definir horários claros de funcionamento, respeitar períodos de descanso e organizar fluxos de comunicação evita sobrecargas desnecessárias e favorece a produtividade.</p>
<p>Políticas transparentes sobre banco de horas, trabalho remoto e uso de canais digitais ajudam a estruturar expectativas. Quando a liderança respeita esses limites e dá o exemplo, cria-se um ambiente de previsibilidade e segurança. Equipes que conseguem equilibrar vida profissional e pessoal tendem a apresentar maior foco e criatividade.</p>
<p><b>Incentive práticas de autocuidado</b></p>
<p>O bem-estar institucional também se constrói com estímulo ao autocuidado. Incentivar a prática de atividades físicas, promover campanhas internas sobre saúde, oferecer oficinas de gestão do tempo ou de organização pessoal são iniciativas que ampliam a consciência sobre qualidade de vida.</p>
<p>Valorizar o uso de férias e reconhecer a importância do descanso como parte do desempenho profissional reforça essa cultura. O gestor que respeita seus próprios limites e compartilha essa visão contribui para um ambiente mais equilibrado e maduro.</p>
<p><b>Integre o cuidado ao planejamento estratégico</b></p>
<p>Mais do que ações pontuais, o bem-estar deve estar previsto no planejamento institucional. Inserir metas relacionadas à qualidade de vida no plano anual, prever recursos orçamentários para iniciativas de cuidado e acompanhar indicadores de satisfação da equipe são medidas que consolidam a prática.</p>
<p>Quando o cuidado deixa de ser informal e passa a integrar a estratégia, ganha legitimidade e continuidade. Isso fortalece a governança e demonstra aos financiadores e parceiros que a organização compreende a importância de investir nas pessoas que executam sua missão.</p>
<p><b>Cuidar é fortalecer a missão</b></p>
<p>No Terceiro Setor, propósito e pessoas caminham juntos. Organizações que estruturam práticas de cuidado criam ambientes mais colaborativos, inovadores e resilientes. O resultado aparece na qualidade dos projetos, na consistência das entregas e na reputação institucional.</p>
<p>Gestores de OSCs têm diante de si uma oportunidade estratégica: transformar o cuidado com as equipes em diferencial competitivo e em expressão concreta de seus valores. Ao promover pausas ativas, apoio psicológico, escuta qualificada, limites de jornada e estímulo ao autocuidado, constroem não apenas ambientes mais saudáveis, mas instituições mais sólidas e preparadas para cumprir sua missão no longo prazo.</p>
<p>Cuidar de quem cuida dos outros é, em última instância, cuidar da própria causa.</p>
<p><strong>—–</strong></p>
<p><strong><em>(*) Thaís Iannarelli é diretora-executiva da Rede Filantropia.</em></strong></p>
<p><em>Foto: wavebreakmedia_micro / Magnific</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/cuidar-de-quem-cuida-praticas-para-fortalecer-o-bem-estar-nas-equipes-do-terceiro-setor/">Cuidar de quem cuida: práticas para fortalecer o bem-estar nas equipes do Terceiro Setor</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Missão-causa ou missão de grupo: até que ponto a cultura interna das ONGs é inclusiva na prática?</title>
		<link>https://htec.com.br/terceiro-setor/missao-causa-ou-missao-de-grupo-ate-que-ponto-a-cultura-interna-das-ongs-e-inclusiva-na-pratica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[htec_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:43:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Terceiro Setor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://htec.com.br/?p=2960</guid>

					<description><![CDATA[<p>No discurso institucional, a maioria das organizações da sociedade civil afirma, com convicção, seu compromisso com a inclusão, a diversidade e a equidade. Está nos sites,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/missao-causa-ou-missao-de-grupo-ate-que-ponto-a-cultura-interna-das-ongs-e-inclusiva-na-pratica/">Missão-causa ou missão de grupo: até que ponto a cultura interna das ONGs é inclusiva na prática?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No discurso institucional, a maioria das organizações da sociedade civil afirma, com convicção, seu compromisso com a inclusão, a diversidade e a equidade. Está nos sites, nos relatórios anuais, nas campanhas e nas falas públicas de lideranças. Mas, quando olhamos para dentro — para as rotinas, os processos decisórios e as relações de poder — surge uma pergunta incômoda: estamos, de fato, construindo organizações inclusivas ou apenas defendendo causas inclusivas?</p>
<p>Essa distinção entre “missão-causa” (propósito) e “missão de grupo” é menos semântica do que parece. A missão-causa refere-se ao impacto que a organização deseja gerar no mundo: reduzir desigualdades, ampliar direitos, fortalecer comunidades. Já a missão de grupo diz respeito à forma como essa organização se organiza internamente, ou seja, quem participa, quem decide, quem é ouvido e quem permanece à margem.</p>
<p>É possível, e mais comum do que se admite, que uma ONG comprometida com justiça social reproduza internamente práticas excludentes. Isso não acontece necessariamente por má-fé, mas por inércia institucional, falta de reflexão crítica ou até pela pressão por resultados rápidos. O problema é que, ao ignorar essa incoerência, a organização compromete sua legitimidade e, em última instância, a efetividade de sua atuação.</p>
<p>A cultura interna é o terreno onde essas tensões se manifestam com mais clareza. Ela não está apenas nos valores declarados, mas nos comportamentos cotidianos, nas regras não escritas e nas dinâmicas de poder que orientam as decisões. Uma cultura verdadeiramente inclusiva exige mais do que diversidade numérica; exige redistribuição de voz, de influência e de reconhecimento.</p>
<p>Para gestores e lideranças do Terceiro Setor, o desafio é duplo: sustentar a coerência entre discurso e prática e, ao mesmo tempo, lidar com as complexidades reais de gestão. Não se trata de buscar uma perfeição inalcançável, mas de assumir um compromisso contínuo com a revisão de práticas.</p>
<p><b>Sinais de alerta</b></p>
<p>Alguns sinais de alerta costumam indicar que a missão de grupo não está alinhada à missão-causa. São eles: os processos decisórios concentrados em perfis homogêneos, ainda que a base da organização seja diversa; as dificuldades de incorporar críticas internas sem que sejam interpretadas como ameaças; a baixa representatividade de grupos historicamente excluídos em posições de liderança; as práticas de gestão que valorizam mais a eficiência operacional do que a escuta qualificada; e as narrativas institucionais que romantizam o impacto sem reconhecer tensões internas.</p>
<p>Reconhecer esses sinais não é um exercício de culpa, mas de maturidade institucional. Organizações que se permitem esse tipo de diagnóstico tendem a construir relações mais sólidas, tanto internamente quanto com seus públicos externos.</p>
<p>Um ponto central nesse debate é a ideia de pertencimento. Inclusão não se resume a abrir portas; envolve garantir que as pessoas que entram tenham condições reais de permanecer, contribuir e influenciar. Isso implica rever desde políticas de recursos humanos até a forma como reuniões são conduzidas, passando pela linguagem utilizada na comunicação interna.</p>
<p>A questão do poder também precisa ser enfrentada com honestidade. Em muitas ONGs, há uma resistência implícita a discutir poder, como se isso fosse incompatível com a lógica de colaboração. No entanto, ignorar o tema apenas perpetua desigualdades. A distribuição de poder não ocorre de forma espontânea; ela exige intenção, método e, muitas vezes, renúncia.</p>
<p>Isso nos leva a uma reflexão estratégica: até que ponto estamos dispostos a abrir mão de certos privilégios em nome de uma cultura mais inclusiva? Essa pergunta não é trivial. Ela toca em estruturas profundas, em trajetórias pessoais e em modelos de gestão que foram, por muito tempo, considerados naturais.</p>
<p>Para avançar de maneira concreta, algumas práticas podem ser incorporadas de forma contínua pelas organizações: criar espaços estruturados de escuta, com metodologias capazes de assegurar a participação de diferentes vozes e perspectivas; revisar critérios de contratação, avaliação e promoção, reduzindo vieses explícitos e implícitos nos processos internos; investir na formação de lideranças preparadas para atuar com gestão inclusiva, diálogo e mediação de conflitos; estabelecer mecanismos de <i>accountability </i>interna relacionados às metas e práticas de diversidade e inclusão; e valorizar conhecimentos e experiências diversas, inclusive aqueles que não se enquadram em trajetórias acadêmicas convencionais.</p>
<p>Essas ações, embora importantes, só produzem efeito quando acompanhadas de uma mudança de mentalidade. Inclusão não é um projeto paralelo, nem um item de <i>checklist</i>; é um princípio que deve atravessar todas as dimensões da organização.</p>
<p>Há, ainda, um aspecto pouco discutido: o impacto da cultura interna na qualidade das entregas. Organizações que não conseguem ser inclusivas dentro de si tendem a ter dificuldades em compreender, com profundidade, as realidades que pretendem transformar. A escuta externa fica prejudicada quando a escuta interna é limitada.</p>
<p>Por outro lado, quando a missão de grupo se alinha à missão-causa, a organização ganha consistência, legitimidade e potência. As decisões tornam-se mais qualificadas, os vínculos mais fortes e a capacidade de inovação mais robusta. Não se trata apenas de justiça interna, mas de eficácia organizacional.</p>
<p>O Terceiro Setor, por sua própria natureza, carrega a responsabilidade de ser exemplo. Isso não significa estar imune a contradições, mas sim disposto a enfrentá-las com transparência. A credibilidade das organizações depende, cada vez mais, dessa coerência.</p>
<p>Em um cenário de crescente cobrança por resultados e impacto, pode parecer tentador relegar a cultura interna a um segundo plano. No entanto, essa é uma escolha que cobra seu preço no médio e longo prazo. Organizações que negligenciam sua dimensão interna tendem a enfrentar alta rotatividade, conflitos recorrentes e perda de sentido coletivo.</p>
<p>A pergunta que permanece, portanto, é menos sobre o que defendemos e mais sobre como nos organizamos para defender. A missão-causa pode ser inspiradora, mas é a missão de grupo que revela, no cotidiano, o quanto estamos comprometidos com aquilo que dizemos acreditar.</p>
<p>Talvez o maior desafio, e também a maior oportunidade, esteja justamente aí: transformar a cultura interna em um espaço vivo de experimentação, aprendizado e coerência. Não como um ideal distante, mas como uma prática possível, construída dia após dia, nas escolhas concretas de gestão.</p>
<p><strong>—–</strong></p>
<p><strong><em>(*) Thaís Iannarelli é diretora-executiva da Rede Filantropia.</em></strong></p>
<p><em>Foto: kuprevich / Magnific</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/missao-causa-ou-missao-de-grupo-ate-que-ponto-a-cultura-interna-das-ongs-e-inclusiva-na-pratica/">Missão-causa ou missão de grupo: até que ponto a cultura interna das ONGs é inclusiva na prática?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desafio Comunidade Sustentável inscreve iniciativas socioambientais em cinco cidades brasileiras</title>
		<link>https://htec.com.br/terceiro-setor/desafio-comunidade-sustentavel-inscreve-iniciativas-socioambientais-em-cinco-cidades-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[htec_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 13:44:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Terceiro Setor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://htec.com.br/?p=2961</guid>

					<description><![CDATA[<p>Projetos comunitários voltados à preservação ambiental, geração de renda e desenvolvimento sustentável terão uma nova oportunidade de receber apoio financeiro e técnico por meio da 4ª<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/desafio-comunidade-sustentavel-inscreve-iniciativas-socioambientais-em-cinco-cidades-brasileiras/">Desafio Comunidade Sustentável inscreve iniciativas socioambientais em cinco cidades brasileiras</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Projetos comunitários voltados à preservação ambiental, geração de renda e desenvolvimento sustentável terão uma nova oportunidade de receber apoio financeiro e técnico por meio da 4ª edição do Desafio Comunidade Sustentável, promovido pelo Instituto Orizon Social.</p>
<p>A iniciativa busca incentivar propostas ligadas à sustentabilidade ambiental, à economia circular e à economia de baixo carbono, reunindo pessoas físicas, coletivos, movimentos, redes e organizações da sociedade civil.</p>
<p>Nesta edição, poderão participar iniciativas desenvolvidas em Cuiabá (MT), São Gonçalo (RJ), Maceió (AL), Jaboatão dos Guararapes (PE) e João Pessoa (PB), cidades onde o Grupo Orizon mantém atuação.</p>
<p>Desde que foi criado, o programa já apoiou 26 iniciativas em 13 municípios brasileiros, beneficiando diretamente mais de 7 mil pessoas. Entre os projetos contemplados nas edições anteriores estão ações de educação ambiental, coleta seletiva, recuperação de áreas degradadas, geração de renda e fortalecimento do protagonismo comunitário.</p>
<p>Segundo Bruno Villaça, especialista de Projetos do Instituto Orizon Social, o objetivo é reconhecer soluções conectadas às necessidades locais, apoiando tanto propostas ainda em fase inicial quanto iniciativas que desejam ampliar o impacto social e ambiental em seus territórios. Já Clara Leite, gerente de Projetos do Instituto Orizon Social, destaca a importância de fortalecer transformações que já acontecem dentro das próprias comunidades.</p>
<p>Ao todo, serão destinados R$ 250 mil para cinco iniciativas selecionadas, com aporte de R$ 50 mil para cada projeto vencedor. O acompanhamento das ações ocorrerá entre setembro de 2026 e novembro de 2027. As inscrições podem ser feitas até o dia 25 de junho, e o resultado final será divulgado até 5 de agosto.</p>
<p>Para mais informações e acesso ao formulário de participação, <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScolelLLJBdK9tjzEvn0ze3II3490lgpuhdXAWn35YvVXddpw/viewform">clique aqui</a>.</p>
<p><em>Fonte: Instituto Orizon Social<br />
Foto: amon_photography / Magnific</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/desafio-comunidade-sustentavel-inscreve-iniciativas-socioambientais-em-cinco-cidades-brasileiras/">Desafio Comunidade Sustentável inscreve iniciativas socioambientais em cinco cidades brasileiras</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reciclagem de tampas plásticas reduz emissões em até 93%, aponta estudo</title>
		<link>https://htec.com.br/terceiro-setor/reciclagem-de-tampas-plasticas-reduz-emissoes-em-ate-93-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[htec_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 17:36:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Terceiro Setor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://htec.com.br/?p=2942</guid>

					<description><![CDATA[<p>A reciclagem de tampas plásticas pode reduzir em até 93% as emissões de gases de efeito estufa em comparação ao uso de material virgem. O dado<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/reciclagem-de-tampas-plasticas-reduz-emissoes-em-ate-93-aponta-estudo/">Reciclagem de tampas plásticas reduz emissões em até 93%, aponta estudo</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A reciclagem de tampas plásticas pode reduzir em até 93% as emissões de gases de efeito estufa em comparação ao uso de material virgem. O dado é resultado de uma Análise de Ciclo de Vida (ACV) realizada no âmbito do programa Tampinha Legal, que avaliou os impactos ambientais do uso de polipropileno (PP) reciclado na fabricação de componentes industriais.</p>
<p>A metodologia, reconhecida internacionalmente, considera todas as etapas do ciclo de vida de um produto – da produção ao descarte – e permitiu mensurar, com base científica, os ganhos ambientais do reaproveitamento de plástico. O estudo comparou o uso de PP virgem com o material reciclado proveniente de tampas plásticas, com resultados que indicam uma redução significativa da pegada de carbono.</p>
<p>Desenvolvida pelo Instituto SustenPlast, com participação da Universidade de São Paulo (USP) e apoio do SENAI, a pesquisa confere respaldo técnico à iniciativa e reforça a relevância da reciclagem dentro da lógica da economia circular.</p>
<p>Na prática, os resultados ganham escala quando associados ao volume já arrecadado pelo programa. O Tampinha Legal contabiliza mais de 1,1 bilhão de tampas plásticas coletadas, o equivalente a cerca de 2 mil toneladas de material, o que contribui diretamente para a redução de emissões e o reaproveitamento de resíduos.</p>
<p>Para a gerente do Instituto SustenPlast e porta-voz do programa, Simara Souza, a análise representa um avanço na qualificação da iniciativa. Segundo ela, a utilização de ferramentas como a ACV permite demonstrar, de forma mensurável, os impactos positivos da destinação correta dos resíduos plásticos.</p>
<p>Além dos benefícios ambientais, o programa também gera impacto social. Os recursos obtidos com a venda do material reciclado são integralmente destinados a organizações assistenciais cadastradas, sem intermediações, contribuindo para a manutenção de projetos sociais e atendimento a populações em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>Criado pelo Instituto SustenPlast com apoio do Movimento Plástico Transforma, o Tampinha Legal atua em diversos estados brasileiros e busca ampliar a conscientização sobre o descarte adequado de resíduos plásticos, aliando mobilização social, geração de renda e sustentabilidade baseada em evidências.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="mt-5 mb-5"><small>Esse conteúdo foi originalmente publicado por <strong>OngNews</strong>, em 05 de Abril de 2026.</small></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/reciclagem-de-tampas-plasticas-reduz-emissoes-em-ate-93-aponta-estudo/">Reciclagem de tampas plásticas reduz emissões em até 93%, aponta estudo</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Imposto de Renda permite destinar até 3% a projetos sociais sem custo extra</title>
		<link>https://htec.com.br/terceiro-setor/imposto-de-renda-permite-destinar-ate-3-a-projetos-sociais-sem-custo-extra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[htec_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 17:36:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Terceiro Setor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://htec.com.br/?p=2941</guid>

					<description><![CDATA[<p>Contribuintes que utilizam o modelo completo da declaração do Imposto de Renda podem destinar até 3% do imposto devido a projetos sociais, sem custo adicional. A<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/imposto-de-renda-permite-destinar-ate-3-a-projetos-sociais-sem-custo-extra/">Imposto de Renda permite destinar até 3% a projetos sociais sem custo extra</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Contribuintes que utilizam o modelo completo da declaração do Imposto de Renda podem destinar até 3% do imposto devido a projetos sociais, sem custo adicional. A iniciativa é reforçada pela campanha “Faça o bem sem colocar a mão no bolso”, que neste ano mobiliza recursos para ações voltadas ao atendimento de crianças e adolescentes com Deficiência Intelectual em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>A proposta é simples: em vez de todo o valor do imposto ir para o governo, uma parte pode ser direcionada, via DARF, a projetos previamente aprovados, sem impacto no valor final pago ou na restituição. O prazo para realizar a destinação segue o calendário da Receita Federal, com envio da declaração até 30 de maio.</p>
<p>Apesar do potencial, a adesão ainda é baixa. Dados da Receita Federal indicam que menos de 5% do total possível de destinação é efetivamente utilizado no país. Dos cerca de R$ 18 bilhões que poderiam ser direcionados a iniciativas sociais, apenas aproximadamente R$ 256 milhões chegam às organizações.</p>
<p>Neste contexto, o Instituto Jô Clemente (IJC) está entre as organizações que recebem recursos por meio do mecanismo. Em 2026, a instituição capta recursos para o projeto “Diagnóstico e Ação: um Caminho para Inclusão”, que prevê atendimento a 1.200 crianças e adolescentes, de 0 a 17 anos, ao longo de 12 meses.</p>
<p>A iniciativa oferece avaliação, diagnóstico e encaminhamento especializado, ampliando o acesso a serviços essenciais e contribuindo para o desenvolvimento e a inclusão social desde a infância. O projeto também inclui suporte às famílias, com orientação e acompanhamento ao longo do processo.</p>
<p>Para participar, o contribuinte deve realizar a destinação diretamente no sistema da Receita Federal e, após o pagamento do DARF, preencher a Carta de Direcionamento indicando a organização beneficiada. Todo o processo segue as regras do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FUMCAD).</p>
<p>Segundo o Instituto Jô Clemente, a campanha busca ampliar o conhecimento sobre o mecanismo e incentivar uma participação mais ativa da sociedade na definição do destino de parte dos recursos públicos, fortalecendo projetos de impacto social.</p>
<p>A declaração do Imposto de Renda deve ser enviada até o dia 30 de maio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="mt-5 mb-5"><small>Esse conteúdo foi originalmente publicado por <strong>OngNews</strong>, em 01 de Abril de 2026.</small></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/imposto-de-renda-permite-destinar-ate-3-a-projetos-sociais-sem-custo-extra/">Imposto de Renda permite destinar até 3% a projetos sociais sem custo extra</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Baixo desempenho no Terceiro Setor: como agir com ética, clareza e responsabilidade institucional</title>
		<link>https://htec.com.br/terceiro-setor/baixo-desempenho-no-terceiro-setor-como-agir-com-etica-clareza-e-responsabilidade-institucional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[htec_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 17:35:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Terceiro Setor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://htec.com.br/?p=2940</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em organizações da sociedade civil, falar sobre desempenho costuma ser um terreno sensível. O vínculo com a causa, a proximidade entre as equipes e a cultura<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/baixo-desempenho-no-terceiro-setor-como-agir-com-etica-clareza-e-responsabilidade-institucional/">Baixo desempenho no Terceiro Setor: como agir com ética, clareza e responsabilidade institucional</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em organizações da sociedade civil, falar sobre desempenho costuma ser um terreno sensível. O vínculo com a causa, a proximidade entre as equipes e a cultura colaborativa tornam qualquer avaliação mais delicada. No entanto, maturidade institucional também se mede pela capacidade de lidar com o baixo desempenho de forma ética, transparente e construtiva.</p>
<p>Ignorar o problema não é um gesto de generosidade; é uma decisão que impacta a qualidade das entregas, a motivação do time e a credibilidade da organização. Por outro lado, tratar o tema de maneira punitiva ou precipitada compromete o clima interno e enfraquece a confiança. O desafio está no equilíbrio: agir com firmeza, mas com humanidade; preservar a missão, sem desrespeitar trajetórias individuais.</p>
<p>Para gestores de OSCs, o ponto de partida é compreender que desempenho não se resume a números. Ele envolve resultados, sim, mas também postura, compromisso, capacidade de colaboração e alinhamento com valores institucionais. Quando algo não vai bem, é preciso investigar causas antes de concluir diagnósticos.</p>
<p><b>Diagnóstico antes do julgamento</b></p>
<p>Nem todo baixo desempenho decorre de falta de dedicação. Muitas vezes, ele está associado a falhas de processo, metas pouco claras, ausência de <i>feedback</i> ou inadequação entre perfil profissional e função exercida. A primeira atitude ética é analisar o contexto.</p>
<p>Perguntas simples ajudam a estruturar essa reflexão:</p>
<ul>
<li aria-level="1">As expectativas estavam claras desde o início?</li>
<li aria-level="1">Houve capacitação adequada?</li>
<li aria-level="1">A carga de trabalho é compatível com o tempo disponível?</li>
<li aria-level="1">O colaborador recebeu retornos regulares sobre sua atuação?</li>
</ul>
<p>A gestão responsável evita conclusões precipitadas. Ela busca compreender, dialogar e mapear fatores objetivos. Esse cuidado protege tanto a organização quanto o profissional envolvido.</p>
<p><b>Escuta ativa </b></p>
<p>Uma conversa franca, conduzida com respeito, é frequentemente o divisor de águas. Escuta ativa significa ouvir sem interrupções, sem pré-julgamentos e com real disposição para compreender o outro lado.</p>
<p>Ao apresentar a percepção de baixo desempenho, o gestor deve basear-se em fatos e exemplos específicos, evitando generalizações. Em seguida, é fundamental abrir espaço para que o colaborador compartilhe sua visão. Muitas vezes, surgem informações relevantes sobre dificuldades técnicas, desafios pessoais ou desencontros de comunicação.</p>
<p>Esse diálogo não é mera formalidade. Ele constrói confiança e demonstra que a organização valoriza a dignidade do profissional, mesmo diante de dificuldades.</p>
<p><b>Planos de melhoria </b></p>
<p>Identificado o problema e compreendido o contexto, o próximo passo é formalizar um plano de melhoria. Esse instrumento deve conter metas objetivas, prazos definidos e indicadores de acompanhamento.</p>
<p>Um plano eficaz não é genérico. Ele detalha quais resultados são esperados, quais comportamentos precisam ser ajustados e quais recursos estarão disponíveis para apoiar a evolução. Pode incluir capacitação adicional, acompanhamento mais próximo da liderança ou redistribuição temporária de tarefas.</p>
<p>O acompanhamento periódico é essencial. Reuniões de avaliação intermediária permitem ajustar rotas, reconhecer avanços e reforçar compromissos. Quando o colaborador percebe que há investimento real em seu desenvolvimento, a probabilidade de recuperação do desempenho aumenta significativamente.</p>
<p><b>Readequação de funções</b></p>
<p>Em algumas situações, o baixo desempenho não revela falta de competência, mas desalinhamento entre perfil e função. O Terceiro Setor é repleto de profissionais multifacetados, que acumulam experiências diversas. Nem sempre a primeira alocação é a mais adequada.</p>
<p>A readequação de funções pode ser uma alternativa estratégica. Avaliar habilidades, interesses e pontos fortes do colaborador ajuda a identificar possibilidades de realocação interna.</p>
<p>Antes de decidir pela realocação, é importante considerar:</p>
<ul>
<li aria-level="1">Competências técnicas demonstradas</li>
<li aria-level="1">Afinidade com outras áreas ou projetos</li>
<li aria-level="1">Necessidades estratégicas da organização</li>
<li aria-level="1">Disponibilidade orçamentária</li>
</ul>
<p>Essa prática reforça o caráter técnico da decisão, além de preservar talentos, reduzir custos de desligamento e fortalecer a cultura de valorização. Evidentemente, a readequação precisa respeitar a estrutura organizacional e as necessidades do projeto. Mas quando viável, representa solução madura e alinhada à sustentabilidade institucional.</p>
<p><b><i>Feedback</i></b><b> contínuo como cultura</b></p>
<p>Um dos erros mais comuns na gestão de desempenho é concentrar conversas difíceis apenas quando o problema já se agravou. Organizações que cultivam cultura de <i>feedback</i> contínuo reduzem a ocorrência de surpresas desagradáveis.</p>
<p><i>Feedbacks</i> regulares, sejam eles positivos e corretivos, criam ambiente de aprendizado constante. Eles ajudam profissionais a ajustar rotas antes que dificuldades se tornem crônicas. Além disso, demonstram presença ativa da liderança no acompanhamento das entregas.</p>
<p>No Terceiro Setor, onde a missão é mobilizadora, alinhar expectativas e resultados fortalece a coerência entre propósito e prática.</p>
<p><b>Quando o desligamento se torna necessário</b></p>
<p>Mesmo após um diálogo, um plano de melhoria e tentativas de readequação, pode ocorrer de o desempenho não alcançar o nível esperado. Nesses casos, o desligamento pode ser uma decisão institucional legítima.</p>
<p>A forma como esse processo é conduzido revela o grau de maturidade da organização. Um desligamento humanizado envolve comunicação direta, respeitosa e transparente. Deve-se explicar os motivos com clareza, evitando ambiguidades ou justificativas evasivas.</p>
<p>Sempre que possível, oferecer apoio na transição, como carta de recomendação coerente com as competências demonstradas ou orientação profissional, reforça o compromisso ético da instituição. O cuidado nesse momento preserva a reputação da OSC e mantém relações respeitosas.</p>
<p><b>Responsabilidade coletiva</b></p>
<p>Lidar com baixo desempenho de forma ética não é apenas uma questão individual; é um ato de responsabilidade coletiva. Equipes que percebem critérios claros e tratamento justo tendem a confiar mais na liderança. Isso fortalece o clima organizacional e a credibilidade interna.</p>
<p>Além disso, a entrega de impacto social depende da qualidade técnica e do comprometimento das pessoas envolvidas. Projetos mal executados ou metas não alcançadas comprometem relatórios e a confiança de beneficiários, parceiros e financiadores.</p>
<p>A gestão responsável equilibra empatia e exigência. Reconhece o valor das pessoas, mas também protege a missão institucional. Esse equilíbrio é um dos pilares da sustentabilidade no Terceiro Setor.</p>
<p><b>Ética como norte permanente</b></p>
<p>No ambiente das OSCs, onde valores e princípios são frequentemente parte central da identidade institucional, a forma de lidar com desempenho deve refletir esses mesmos valores. Transparência, respeito, diálogo e coerência não podem ser seletivos.</p>
<p>Gestores que enfrentam o tema com maturidade fortalecem a organização. Eles demonstram que cuidar da missão implica também cuidar dos processos internos, das relações profissionais e da qualidade das entregas.</p>
<p>Baixo desempenho não precisa ser sinônimo de conflito ou ruptura abrupta. Pode ser oportunidade de aprendizado, ajuste e crescimento, tanto para o colaborador quanto para a instituição. E, quando a separação se torna inevitável, que ela seja conduzida com dignidade e clareza.</p>
<p>No fim, a sustentabilidade de uma organização do Terceiro Setor depende de sua capacidade de alinhar propósito, desempenho e ética. E essa é, acima de tudo, uma tarefa de liderança.</p>
<p><strong>—–</strong></p>
<p><b><i>(*) Thaís Iannarelli é diretora-executiva da Rede Filantropia.</i></b></p>
<p><em>Foto: Flowo / Freepik</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/baixo-desempenho-no-terceiro-setor-como-agir-com-etica-clareza-e-responsabilidade-institucional/">Baixo desempenho no Terceiro Setor: como agir com ética, clareza e responsabilidade institucional</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Relatório expõe fragilidade das ONGs de proteção animal no Brasil</title>
		<link>https://htec.com.br/terceiro-setor/relatorio-expoe-fragilidade-das-ongs-de-protecao-animal-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[htec_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 14:39:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Terceiro Setor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://htec.com.br/?p=2932</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Federação Brasileira da Causa Animal (FEBRACA) divulgou, em 4 de fevereiro, o 1º Relatório de Impacto da Causa Animal no Brasil, levantamento que traça um<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/relatorio-expoe-fragilidade-das-ongs-de-protecao-animal-no-brasil/">Relatório expõe fragilidade das ONGs de proteção animal no Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação Brasileira da Causa Animal (FEBRACA) divulgou, em 4 de fevereiro, o 1º Relatório de Impacto da Causa Animal no Brasil, levantamento que traça um panorama sobre a estrutura das organizações que atuam na proteção animal. O estudo, que mapeou 2.613 ONGs em todo o país, aponta um cenário de fragilidade financeira e administrativa: 76% das organizações citam a falta de recursos como principal dificuldade e 82% não possuem equipe contratada.</p>
<p>Os dados indicam que a precariedade estrutural impacta diretamente a capacidade de atendimento. Segundo o relatório, cerca de 4,8 milhões de animais vivem em situação de vulnerabilidade no Brasil. A taxa de ocupação dos abrigos revela saturação: para cada três animais que entram, apenas um consegue sair por meio da adoção.</p>
<p>O levantamento também evidencia desafios de gestão. De acordo com o estudo, 82,2% das organizações operam sem colaboradores remunerados e dependem exclusivamente de trabalho voluntário, sendo em 70% dos casos, sem formalização por meio de termos de adesão. Além disso, 61% das ONGs não mantêm portais de transparência com relatórios financeiros ou de atividades, o que dificulta a prestação de contas e a captação de recursos.</p>
<p>Outro ponto destacado é o isolamento das ONGs em relação a fontes de financiamento. O relatório mostra que 79% das ONGs não possuem parcerias com empresas privadas e 73% nunca firmaram convênios ou contratos de repasse com o poder público. A maioria sobrevive de doações esporádicas de pessoas físicas, realidade apontada por 62% das organizações. Ainda segundo o estudo, 72% afirmam nunca ter recebido emendas parlamentares.</p>
<p>A escassez de recursos se reflete na rotina dos abrigos. Mesmo com superlotação, 56,1% das ONGs conseguem realizar apenas de uma a cinco adoções por mês. Para enfrentar esse gargalo, 78,1% das organizações afirmam preferir receber doações financeiras, consideradas essenciais para custear despesas estruturais, veterinárias e de pessoal.</p>
<p>Apesar das dificuldades, o relatório aponta iniciativas de profissionalização como possíveis caminhos. O programa Mentora Pet, citado no estudo como experiência de fortalecimento institucional, registrou aumento de 255% na receita das organizações participantes e triplicou o número de parceiros ativos em cinco meses. O documento também estima que propostas de incentivo fiscal, como a dedução no Imposto de Renda para a causa animal, poderiam gerar até R$ 1 bilhão por ano para o setor.</p>
<p>Para o presidente da FEBRACA, Cadu Pinotti, o levantamento ajuda a dimensionar a urgência do tema. Segundo ele, os dados demonstram que a atuação das ONGs depende não apenas de mobilização social, mas também de estrutura e gestão profissional para garantir atendimento adequado aos animais.</p>
<p>A federação informou que a versão pública do 1º Relatório de Impacto da Causa Animal no Brasil será disponibilizada em breve por meio de suas redes sociais.</p>
<p>Para saber mais, acesse o site da<a href="https://febraca.org.br/"><strong> FEBRACA</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="mt-5 mb-5"><small>Esse conteúdo foi originalmente publicado por <strong>OngNews</strong>, em 09 de Fevereiro de 2026.</small></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br/terceiro-setor/relatorio-expoe-fragilidade-das-ongs-de-protecao-animal-no-brasil/">Relatório expõe fragilidade das ONGs de proteção animal no Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://htec.com.br">Htec</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
